Da pergunta ao gráfico, com validação em cada etapa
Nenhuma etapa deste caminho deixa a IA decidir sozinha o que sai do banco de dados do cliente.
O caminho de uma pergunta
Pergunta simples
A pessoa pergunta do jeito que falaria com um analista, algo como "quantos leads vieram de campanha paga em julho?", sem saber nada de métrica, dimensão ou nome de tabela.
Pedido estruturado
A IA nunca escreve consulta livre. Ela monta um pedido estruturado (quais campos, qual filtro, qual agregação) a partir do que foi perguntado.
Validação por allowlist, em código
Antes de qualquer consulta sair, uma checagem de código (não uma instrução de prompt) confere se cada campo pedido está na lista permitida para aquele cliente e aquela fonte. Fora da lista, a consulta nem chega a sair.
Consulta real à fonte
Só então o servidor monta a chamada real à API do Google Analytics, ao BigQuery ou ao banco do cliente, com todo valor de filtro como parâmetro, nunca concatenado em string.
Gráfico, tabela e ressalva
A resposta volta com número, gráfico e tabela, e qualquer aviso de integridade do dado (amostragem, corte, dado parcial do dia) é repassado sem jargão técnico, nunca escondido.
Dois pontos em que o AskData não abre mão
Escopo de sessão é cidadão de primeira classe
Origem, mídia, canal e campanha de SESSÃO têm uma allowlist própria, separada da allowlist de usuário. A IA escolhe entre os dois escopos conforme a pergunta: "quantos usuários" é uma pergunta; "quantas sessões vieram do Google Ads" é outra, e a ferramenta sabe a diferença.
"Não atribuído" nunca desaparece
Filtro que tentaria excluir tráfego "(not set)" ou "unassigned" é descartado no servidor antes de chegar à fonte de dados. Se essa linha existir no resultado, ela é forçada a aparecer na tabela final, mesmo fora do topo, porque escondê-la faria um número parecer mais completo do que é.
Fontes de dados conectáveis
Google Analytics 4
Conexão nativa. O cliente libera acesso de leitor a uma service account e informa a property, sem exportar nada.
BigQuery
Opcional, para quem já exporta dado bruto do GA4 ou mantém tabela própria. Consulta com teto de bytes por execução, configurável.
Banco de dados próprio
Postgres ou MySQL do cliente, opcional, sempre por leitura. A mesma validação de allowlist e parâmetro vale aqui.